O brincar negativo na teoria de André Green

  • Fernanda Furieri Paes Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Silvia Maria Abu-Jamra Zornig Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Palavras-chave: Brincar, Trabalho do negativo, Limites psíquicos, André Green

Resumo

Tendo como referência a compreensão sobre o trabalho do negativo, buscamos, neste estudo, traçar algumas possibilidades de entendimento do conceito de brincar no quadro da teoria de André Green, assim como refletir sobre a proposição desse autor acerca de uma modalidade do brincar como um “brincar negativo”. A partir da apresentação de um caso clínico, procuramos entender ainda em que medida teorizar sobre um brincar negativo traria implicações clínicas no manejo com pacientes que apresentam problemáticas relacionadas aos limites.

Biografia do Autor

Fernanda Furieri Paes, Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Pisicóloga e historiadora. Mestranda em Psicologia Clínica/Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Especialista em Psicologia Clínica com Crianças/Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Membro do LABPSI –Laboratório de Pesquisa: Constituição Psíquica e Clínica Psicanalítica.

Silvia Maria Abu-Jamra Zornig, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Psicanalista, Pós-Doutora em Saúde da Criança e da Mulher/Instituto Fernandes Figueira (IFF-Fiocruz). Doutora em Psicologia Clínica/ Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Professora Adjunta do Programa de Graduação e Pós-Graduação do Departamento de Psicologia/Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Membro-Psicanalista da Sociedade de Psicanálise Iracy Doyle (SPID). Coordenadora do  ABPSI – Laboratório de Pesquisa: Constituição Psíquica e Clínica Psicanalítica.

Publicado
28-11-2018
Como Citar
PAES, F.; ZORNIG, S. O brincar negativo na teoria de André Green. Cadernos de Psicanálise (CPRJ), v. 40, n. 39 jul/dez, p. 147-163, 28 nov. 2018.