Cursos, seminários e grupos – 2026
Segunda-feira | Terça-feira | Quarta-feira | Quinta-feira | Sexta-feira
Segunda-Feira
Lacan Seminário 15: O ato psicanalítico
Coordenação: Rosa Jeni Matz
Horário: 19:30/21:00 (on-line)
Reinício: 09/03/2026 (quinzenal)
Duração: 1 ano
Vagas: Em aberto
Disciplina aberta a: Membros Efetivos, Membros Associados e Participantes
Sinopse: Leitura e comentários do Seminário de Lacan “O ato psicanalítico”, que aconteceu nos anos de 1967-1968 em um momento político de mudanças na França, como a greve de estudantes e trabalhadores em maio de 1968. Segundo Lacan o ato é fundador do sujeito e tem relação com a fala e o corte. O fundamental do ato é que as consequências são desconhecidas, trazendo o elemento surpresa, sendo o sujeito transformado. O ato não é uma ação. Tem relação com a poesia, tão investida por Lacan no desenrolar de sua obra. O ato é significante, é um significante que se repete, mas que através do ato, com sua estrutura de corte, realiza uma passagem para o novo. O ato engendra o sujeito, efeito do significante, e cria o objeto.
Terça-Feira
Seminário teórico-clínico quando o corpo fala: psicanálise dos transtornos alimentares
Coordenação: Dirce de Sá
Horário: 10:00/11:30 (on-line)
Reinício: 10/03/2026 (mensal, segundas terças-feiras do mês)
Duração: Indeterminada
Vagas: Em aberto
Disciplina aberta a: Membros Efetivos, Membros Associados e Participantes
Sinopse: A atividade “Quando o Corpo Fala: Psicanálise dos Transtornos Alimentares” oferece uma abordagem clínica aprofundada sobre os transtornos alimentares, explorando suas raízes psíquicas a partir da perspectiva psicanalítica. O curso será focado na compreensão dos aspectos inconscientes que influenciam os comportamentos alimentares disfuncionais, como a obesidade, anorexia, bulimia, compulsão alimentar e suas múltiplas derivações. Serão discutidos os mecanismos psíquicos subjacentes, como a relação com a imagem corporal, a construção de identidade e os conflitos emocionais que se manifestam por meio do corpo e da alimentação. Com base em casos clínicos e teoria psicanalítica, a atividade busca proporcionar aos participantes ferramentas para a prática clínica, considerando estratégias terapêuticas específicas para o tratamento desses transtornos, sempre com uma abordagem integrativa e cuidadosa. O curso é direcionado aos membros efetivos, associados em formação e alunos que desejam ampliar sua compreensão sobre a complexidade desses transtornos e aprimorar suas intervenções terapêuticas.
Envelhecimento e Psicanálise
Coordenação: Elisabeth Adler e Bertine Carlos Bezerra
Horário: 10:30/12:00 (presencial)
Início: 10/03/2026 (mensal)
Duração: 4 encontros (10/03, 14/04, 12/05 e 09/06)
Vagas: 15
Disciplina aberta a: Membros Efetivos, Membros Associados e Participantes
Sinopse: Pretende refletir a clínica do envelhecimento hoje, na nossa cultura. A partir das situações clínicas procuraremos articulá-las com a teoria e com diferentes modalidades de atendimentos: individual e de grupo.
Seminário de Curta Duração: Oficina de escrita psicanalítica: escuta e voz na construção do texto
Coordenação: Carla Meneghini
Horário: 19:00/20:30 (on-line)
Início: 12/05/2026 (semanal)
Duração: 6 encontros (12, 19, 26/05 e 02, 09, 16/06)
Vagas: 15
Disciplina aberta a: Membros Efetivos, Membros Associados e Participantes
Sinopse: “A arte da escrita psicanalítica reside em conseguir sustentar um diálogo vital entre a experiência analítica vivida e a vida da história escrita”, diz Thomas Ogden. Desde Freud, laureado com o Prêmio Goethe por sua originalidade literária, a psicanálise faz da escrita um suporte fundamental de trabalho e transmissão. Na construção do texto, o analista elabora a experiência clínica como pensamento vivo, articula teoria com criatividade e dialoga com o coletivo. Porém, para muitos de nós, a escrita continua sendo um processo árduo e sofrido, ainda mais quando solitária. Esta oficina de escrita foi criada como espaço para pensar o texto psicanalítico como gênero literário, onde vamos discutir processos, exercitar métodos e promover um ambiente seguro de trocas e inquietações no campo da escrita.
Quarta-Feira
Metapsicologia IV
Coordenação: Ricardo Salztrager
Horário: 09:00/10:30 (presencial)
Início: 04/03/2026 (semanal)
Duração: 1° semestre
Vagas: 40
Disciplina aberta a: Alunos (iniciaram a formação em 2024)
Sinopse: O curso pretende estudar as mudanças que Freud promoveu em sua obra durante seus últimos anos de vida. Assim, partimos da reestruturação da topografia do aparelho psíquico com este agora organizado em “isso”, “eu” e “supereu”. Em seguida, analisamos a radicalidade de sua concepção de um desamparo primordial no funcionamento subjetivo.
Seminário sobre Perversão
Coordenação: Paulo Cesar Nogueira Junqueira
Horário: 09:00/10:30 (presencial)
Início: 04/03/2026 (semanal)
Duração: 1° semestre
Vagas: 24
Disciplina aberta a: Membros Associados
Sinopse: Abordaremos o tema da Perversão em Freud e em alguns autores contemporâneos através de leitura prévia de textos pelos participantes, exposição pelo coordenador, e discussão em grupo.
Freud e a Cultura: leitura comentada dos textos freudianos
Coordenação: Marcos Comaru
Horário: 09:00/10:30 (presencial)
Início: 05/08/2026 (semanal)
Duração: 2° semestre
Vagas: 20
Disciplina aberta a: Membros Efetivos, Membros Associados e Participantes
Sinopse: Nesse módulo acompanharemos as formulações freudianas acerca da
articulação indissociável entre sujeito e cultura, ressaltando as reelaborações clínico conceituais efetuadas entre o artigo de 1908 “Moral sexual civilizada e doença nervosa moderna” e o texto de 1929 “mal estar na cultura”.
Ferenczi
Coordenação: Jô Gondar
Horário: 09:00/10:30 (presencial)
Início: 05/08/2026 (semanal)
Duração: 2° semestre
Vagas: 40
Disciplina aberta a: Membros Associados
Sinopse: Por sua experiência com “pacientes difíceis”, sua dedicação à clínica e seu questionamento do dispositivo psicanalítico clássico, Ferenczi é considerado um analista atual –ainda que não nos seja contemporâneo. Elaborou novos conceitos, forjou mudanças na técnica psicanalítica e, principalmente, colocou os fundamentos de uma outra sensibilidade clínica. O curso pretende apresentar e discutir a trama conceitual e as inovações técnicas propostas por Ferenczi privilegiando, como fonte de inquietação, os problemas com os quais nos confrontamos na clínica hoje. Outras posições na psicanálise – como a do próprio Freud, a de Winnicott e a de Lacan – serão cotejadas com o intuito de esclarecer e diferenciar a proposta ferencziana. As aulas tomarão como base os principais textos do autor, apresentados em sua obra completa.
Oficina Clínica
Coordenação: Margarida Guilhon
Horário: 10:30/12:00 (presencial)
Reinício: 04/03/2026 (semanal)
Duração: 1 ano
Vagas: 5
Disciplina aberta a: Membros Efetivos e Membros Associados
Requisito: Entrevista com a coordenadora
Sinopse: A Oficina Clínica se propõe a escutar em grupo cada caso apresentado para ajudar o analista nas suas dificuldades no que vai expor.
Introdução a Lacan
Coordenação: Rosa Jeni Matz
Horário: 10:40/12:10 (presencial)
Início: 04/03/2026 (semanal)
Duração: 1° semestre
Vagas: 24
Disciplina aberta a: Membros Associados
Sinopse: O curso versa sobre a teoria e práxis lacaniana, percorrendo os 3 registros fundamentais da realidade humana estabelecidos por Lacan: Imaginário, Simbólico e Real. Conceitos e esquemas, como estádio do espelho, esquema L, linguagem, estruturas clínicas, desejo, objeto a, gozo, os 4 discursos, e também o “último Lacan”, através da topologia, nó borromeano e a língua serão apresentados durante o curso. A estratégia, a tática e a política na direção do tratamento na clínica psicanalítica, relacionado à ética da psicanálise, será o fio condutor da abordagem da clínica lacaniana.
Teoria da Técnica I
Coordenação: Flora Tucci
Horário: 10:40/12:10 (presencial)
Início: 04/03/2026 (semanal)
Duração: 1° semestre
Vagas: 40
Disciplina aberta a: Alunos (iniciaram a formação em 2024)
Sinopse: O curso abrange o desenvolvimento e a contextualização dos conceitos freudianos envolvidos no manejo clínico desde a descoberta da transferência como fenômeno simultaneamente de facilitação e resistência à rememoração até o conceito de construção em análise. Iniciaremos com a leitura e discussão dos primeiros textos clínicos, passando pelos “artigos sobre a técnica” e terminando com os artigos que retomam a discussão sobre a técnica após o conceito de pulsão de morte e de compulsão à repetição.
Psicanálise e Cultura
Coordenação: Carmen Da Poian
Horário: 12:00/13:30 (presencial)
Reinício: 01/04/2026 (mensal)
Duração: Indeterminada
Vagas: 3
Disciplina aberta a: Membros Efetivos, Membros Associados e Participantes
Requisito: Conhecimento da teoria psicanalítica e experiência clínica, leitura prévia dos textos indicados. Entrevista com a coordenadora.
Sinopse: Nossos encontros de debate e reflexão sobre o inconsciente social da psicanálise tem como centro a questão do sofrimento psíquico e, portanto, a questão do inconsciente específico da psicanálise que tem como eixo tanto o fator genético, quanto as histórias particulares, quanto as marcas de cultura e da sociedade aí presentes sendo esta a vertente que nos interessa em nosso estudo.
Oficina Clínica
Coordenação: Claudia Pereira e Patrícia Saceanu
Horário: 13:00/14:30 (presencial)
Início: 04/03/2026 (semanal)
Duração: 1 ano
Vagas: Sem vagas
Disciplina aberta a: Membros Efetivos e Membros Associados
Requisito: Entrevista com as coordenadoras
Sinopse: A partir da apresentação de casos da clínica de cada um dos participantes do grupo a oficina terá como objetivo a reflexão, a troca de experiências e de possibilidades de manejo que fomentem e ampliem nossa sensibilidade teórico-clínica. A oficina clínica é parte integrante da formação permanente contemplando tanto membros associados em formação quanto membros efetivos.
Oficina Clínica
Coordenação: Regina Orth de Aragão
Horário: 13:00/14:30 (on-line)
Reinício: 25/02/2026 (semanal)
Duração: 1 ano
Vagas: 4
Disciplina aberta a: Membros Efetivos e Membros Associados
Sinopse: Os trabalhos da oficina se desenvolvem em torno das questões clínicas trazidas pelos participantes, matéria prima do nosso fazer e pensar psicanalítico. A oficina favorece as trocas entre os colegas em torno do pensamento clínico, trocas que contribuem de modo marcante para a formação contínua no nosso ofício.
Oficina Clínica
Coordenação: Lia de Chermont Próchnik
Horário: 13:30/15:00 (presencial)
Reinício: 04/03/2026 (semanal)
Duração: Indeterminada
Vagas: 3
Disciplina aberta a: Membros Efetivos e Membros Associados
Sinopse: Nossa Oficina propõe a reflexão sobre casos clínicos sempre cotejando a prática com os princípios teóricos psicanaliticos que nos norteiam.
André Green
Coordenação: Claudia Amorim Garcia
Horário: 15:30/17:00 (on-line e presencial na última quarta do mês)
Início: 05/08/2026 (semanal)
Duração: 2° semestre
Vagas: 30
Disciplina aberta a: Membros Efetivos e Membros Associados
Seminário de Curta Duração: O masculino na teoria freudiana: genealogia, crítica e ressonâncias no contemporâneo
Coordenação: João Pedro Peçanha
Horário: 19:00/20:30 (on-line)
Início: 05/08/2026 (semanal)
Duração: 7 encontros (05, 12, 19, 26/08 e 02, 09, 16/09)
Vagas: 25
Disciplina aberta a: Todas as categorias incluindo o Público externo
Sinopse: O curso visa gerar uma compreensão das bases discursivas sobre o masculino que antecederam a teoria freudiana e, partindo disso, busca-se localizar e expor o que se subentende como “masculino” no percurso teórico-clínico de Freud e empreender críticas ao modelo de masculino subjacente em sua obra. A partir disso, a intenção do curso é realizar uma abertura da teoria psicanalítica acerca do masculino, deslocando sua preocupação histórica com a feminilidade – cenário que expõe o saber psicanalítico a serviço da hegemonia de sexo/gênero patriarcal e falogocêntrica. Por esta via, entende-se que Freud e muitos do que o seguiram e se seguiram a ele pouco tinham a dizer ou não quiseram dizer a respeito do masculino, pois este estaria dado de maneira inconteste devido à sua condição de universalidade. Tendo em vista essa base epistêmica e teórico-clínica calcadas no masculino universal, no binômio passivo-ativo enquanto formadores de gênero e no complexo de Édipo como um normatizador no decurso da história psicanalítica, faz-se necessário e urgente o diálogo com outras formas e matrizes de pensamento que possam romper com a repetição do mesmo e abrir alas à desconstrução do masculino a partir de sua escuta. Buscaremos em autores pós-freudianos, que fizeram falar o masculino da obra de Freud, fontes de inflexão de gênero utilizando as próprias categorias metapsicológicas e clínicas freudianas a fim de produzir novos destinos ao masculino em psicanálise. Nesse sentido, a proposta busca enfatizar a contaminação da escuta e da escrita psicanalíticas – não apenas freudiana –, que por vezes foram auxiliares às formas de dominação e opressão de gênero. À respeito das masculinidades (pensando-as, agora, precisamente no plural), as críticas e suplementações propostas e possibilitadas pelos estudos feministas, de gênero e pelo acolhimento das interseccionalidades no contemporâneo se fazem operadoras epistêmicas de suma importância para que seja feito um giro nas formas hegemônicas de saber-poder sobre as masculinidades.
Quinta-Feira
Seminário de Curta Duração: Psicanálise de Casal e Família
Coordenação: Lisette Weissmann
Horário: 10:00/11:30 (on-line)
Início: 26/02/2026 (semanal)
Duração: 6 encontros (26/02, 05, 12, 19, 26/03 e 02/04)
Vagas: 20
Disciplina aberta a: Todas as categorias incluindo o Público externo
Sinopse: No cenário contemporâneo os modelos de casal e família tradicional burguesa têm se modificado. A Psicanálise das Configurações Vinculares faz um estudo dos vínculos no contexto sociocultural e histórico dos tempos atuais. Partindo da Psicanálise tradicional, o trabalho com os vínculos se auxilia de outras ciências para tentar definir e dar conta das novas configurações vinculares. A clínica psicanalítica nos interroga ampliando o trabalho psicanalítico ao incluirmos vínculos na consulta. Os conceitos de casal e família serão discutidos tanto do ponto de vista teórico quanto clínico.
Grupo de Pesquisa: Psicanálise, arte e política
Coordenação: Jô Gondar e Flora Tucci
Horário: 10:30/12:00 (presencial)
Início: 05/03/2026 (semanal)
Duração: Indeterminada
Vagas: Sem vagas
Disciplina aberta a:Membros Efetivos, Membros Associados, Participantes e Alunos (iniciaram a formação em 2024)
Requisito: Entrevista com a coordenadora
Sinopse: A pesquisa envolve a clínica em sua dimensão estética e política. Para isso, serão privilegiados os efeitos subjetivos e estéticos das relações sociais de poder, assim como as principais questões contemporâneas que incidem na produção de subjetividade em nossa cultura e em nossa clínica. O modo como essas questões são abordadas por outras culturas, outras disciplinas e outros discursos será também valorizado na busca por uma psicanálise menos pura e uma escuta mais alargada. A discussão dos problemas será feita através da leitura de textos e da apresentação de casos clínicos.
Os estruturalismos com psicanálise
Coordenação: William Batista
Horário: 11:00/12:30 (on-line)
Início: 05/03/2026 (quinzenal)
Duração: Indeterminada
Vagas: Em aberto
Disciplina aberta a: Membros Efetivos, Membros Associados e Participantes
Sinopse: O curso se propõe a estudar o alcance das articulações filosóficas possíveis, potenciais mediações e apoios mútuos entre os estruturalismos como método de reflexão, indagação e investigação; e a psicanálise como teoria do psiquismo humano. O encontro acontece na cena acelerada da cultura contemporânea com os abalos provocados pelas rupturas súbitas em todos os níveis da cultura, capturada pelo funcionamento automático da máquina instantânea planetária e pela emergência contínua de formas de subjetivação inesperadas, colisões de paradigmas de pensamento, corrosões, esgotamentos, fraturas abruptas. Os temas da contemporaneidade flutuam já na predisposição ao estranhamento, ao confronto e às crises. Justificativa – A partir do final do século XIX e já no início do século XX e com o reforço das pesquisas na área das ciências humanas, a matéria da linguagem inspira cada vez mais a aproximação entre filosofia e psicanálise e favorece vínculos entre os diferentes discursos. Pela via da amplitude categoria de “linguagem”, os campos teóricos se comunicam e participam de referências e ressonâncias interdisciplinares que resultam das intersecções entre as disciplinas. É pela mediação dessa proximidade que campos teóricos autônomos das ciências humanas serão convocados a sustentar o diálogo consistente apesar da distância entre pressupostos e discursos. E manter o confronto apesar das contradições entre os postulados. Uma advertência – Não se trata de tentar remover a filosofia ou a psicanálise dos seus lugares e tarefas, nem de questionar as contradições das suas definições, conceitos e categorias sobre as quais se fundam, mas de fazer a experiência do confronto entre as suas intuições e fundamentos teóricos e práticos. Não há lugar nem para adequação nem para negação. Em nenhum momento se supõe que a priori a teoria ou a prática psicanalítica se impliquem de alguma forma com o método estrutural ou que em algum sentido os estruturalismos se considerem adequados ou não à psicanálise. Os discursos filosófico e psicanalítico nunca se adequam, mesmo porque o discurso filosófico não tem a atribuição de evocar o inconsciente. Embora dispostos à correlação com o discurso filosófico, categorias como inconsciente, pulsão e recalque não podem ser determinados como objeto de saber filosófico. Assim, na esfera da consciência, mesmo que a filosofia lhe atribua algum significado, o inconsciente persiste como objeto recalcado. Apresentação – “Estruturalismo” pode ser definido como filosofia e como método. Como filosofia, envolve pensadores muito diferentes entre si e seus diferentes objetos e abordagens em diferentes campos de reflexão e de pesquisa. Como método, o estruturalismo estuda e interpreta em termos de estrutura e de sistema um problema específico em um campo específico de conhecimento. Os conceitos de estrutura e sistema incluem ideias de linguagem, discurso, relação, lugar, função e interdependência entre os elementos que compõem a totalidade e a constituem como sistema. Esses elementos só funcionam no interior de um modelo. No âmbito da filosofia contemporânea a órbita do estruturalismo se expande como pós-estruturalismo e neo-estruturalismo embora os pressupostos metodológicos se mantenham integrados. A origem linguística das mais diversas análises estruturais favorece a presença de categorias como linguagem, língua, fala, signo, símbolo, sentido, significado, significante. No âmbito crítico do universo problemático das ciências humanas o sujeito, o valor, o sentido, a sexualidade, o desejo se confrontam permanentemente como questão aberta. O horizonte da filosofia contemporânea – da fenomenologia (Heidegger, Sartre, Wittgenstein) ao estruturalismo (Derrida, Deleuze, Foucault) até os pensadores da Escola de Frankfurt, inspirados pela genealogia de Nietzsche, acolhe um combate velado ou aberto contra a sedimentação do conceito e enrijecimento da linguagem.
Oficina Clínica: Os Impasses na Clínica Contemporânea
Coordenação: Ana Maria Furtado
Horário: 13:00/14:30 (on-line)
Reinício: 26/02/2026 (semanal)
Duração: Indeterminada
Vagas: 03, para pessoas com pelo menos 3 anos de prática clínica e experiência em análise pessoal.
Disciplina aberta a: Membros Efetivos e Membros Associados
Requisito: Entrevista com a coordenadora
Sinopse: Essa Oficina Clínica foi a primeira a ser instituída no CPRJ e tem funcionado ininterruptamente desde então (cf. artigo nos Cadernos de 50 anos do CPRJ). Durante alguns anos se desdobrou em duas, devido à grande demanda de membros em formação. Inicialmente era uma atividade presencial. Desde a pandemia tornou-se uma atividade on-line. Nosso objetivo sempre foi refletir sobre os desafios apresentados em nosso trabalho clínico. Esses são multifacetados e impactados pela cultura e pelo momento histórico em que estamos mergulhados. Nossa dinâmica é a apresentação e problematização do que emerge em nossa prática cotidiana. A discussão é enriquecida com a leitura de textos indicados pela Coordenação, outras vezes sugeridos por um dos Colegas do grupo.
Grupo de Estudos: Radiofonia e Televisão de Jacques Lacan
Coordenação: Henrique Garcia Sobreira
Horário: 14:00/16:00 (Híbrida simultânea)
Início: 05/03/2026 (semanal)
Duração: 1° semestre
Vagas: 20
Disciplina aberta a: Todas as categorias incluindo o público externo
Sinopse: Sempre há uma escolha quando o assunto é começar ou continuar o estudo de J. Lacan. A proposta desse curso é realizar essa tarefa com o apoio de dois textos que foram publicados na coletânea Outros Escritos, que possuem em comum a ausência real das grandes plateias de seus seminários ou conferências. O primeiro é Radiofonia que é resultado de quatro programas transmitidos em julho de 1970 pela Radio Télévision Belge (R.T.B.) em que o psicanalista responde a sete perguntas elaboradas pelo romancista e linguista belga Robert Georgin. Nessas respostas estão condensadas as ideias mais maduras de Lacan sobre o significante, o inconsciente como estruturado como uma linguagem e culminam com uma breve apresentação dos quatro matemas do discurso que estavam sendo objetos de seu Seminário 17 (O avesso da Psicanálise). Já Televisão é derivado dos esforços, ao longo de 1973, de Benoît Jacquote de Jacques-Alain Miller, para convencer o psicanalista da fazer um filme sobre o ensino de Lacan. O resultado foi apresentado como dois programas de televisão transmitidos pela ORTF em 1974. J-A Miller está no filme como entrevistador e condutor da reflexão de Lacan e essa é uma diferença interessante entre este texto e os demais em que Miller atuou como “estabelecedor”. Os programas foram gravados em tempos marcados pelo encerramento do Seminário 20 (Mais, ainda…) e os trabalhos do 21 (Les non-dupes errent) e, vale lembrar quase uma década depois da excomunhão registrada no Seminário11 (Os quatro conceitos fundamentais da Psicanálise). Dessa forma, o curso tem como público-alvo tanto os iniciantes quanto os iniciados no que J Lacan nos legou como seu ensino. A linguagem audio-visual, torna o texto acessível para iniciantes na obra do psicanalista francês, sem que seja insosso para quem já tem algum tempo de estudo de sua transmissão. Desta forma, sem ter sido esse o objetivo inicial dos produtores, dos entrevistadores e do entrevistado, Radiofonia e Televisão nos revelam as postulações principais de Lacan que resistem e que são fundamentais para as últimas etapas de seu ensino.
Seminário de Curta Duração: Adolescência e sofrimentos psíquicos na contemporaneidade
Coordenação: Natália de Oliveira de Paula Cidade
Horário: 19:30/21:00 (on-line)
Início: 12/03/2026 (quinzenal)
Duração: 9 encontros (12 e 26/03; 09 e 30/04; 14 e 28/05; 11 e 25/06; 09/07)
Vagas: 20
Disciplina aberta a: Todas as categorias incluindo o público externo
Sinopse: O seminário proposto tem como objetivo trazer uma reflexão acerca do conceito de adolescência na contemporaneidade e seus sofrimentos psíquicos no cenário da clínica psicanalítica. Acompanharemos as problemáticas principais do período da adolescência, assim como adoecimentos que possam advir desta difícil travessia. Automutilações, tentativas de suicídio, condutas de risco, transtornos alimentares e psicose pubertária são alguns exemplos clínicos que serão aprofundados em nossos encontros. Tais sofrimentos psíquicos nos dão notícias de um transbordamento de excesso pulsional no corpo, ressonâncias da fragilidade narcísica e das exigências egóicas de remanejamento próprias ao momento da adolescência, cada qual dentro de sua especificidade. Como ilustração clínica, utilizaremos fragmentos de casos e vinhetas para fomentar a discussão destes adoecimentos, entrelaçando teoria e prática psicanalíticas.
Grupo de Pesquisa: Psicanálise Ampliada e Contexto Social
Coordenação: Carla Penna
Horário: 20:00/21:30 (on-line)
Reinício: 19/03/2026 (mensal – nas terceiras quintas-feiras)
Duração: Indeterminada
Vagas: 7
Disciplina aberta a: Todas as categorias incluindo o público externo
Sinopse: Psicanálise Ampliada e Contexto Social é um núcleo de pesquisa do Círculo Psicanalítico. Promove encontros teórico-clínicos entre membros efetivos, associados em formação e participantes que trabalham ou interessam-se pelo trabalho de orientação psicanalítica realizado fora do setting analítico clássico. O núcleo aborda a complexidade do pensamento e do trabalho clínico realizado em grupos e instituições e em contextos sociais variados. Em 2026 pretendemos ampliar as conexões com a clínica social e planejamos a realização de atendimentos em grupos. Planejamos para o segundo semestre a realização de uma Jornada híbrida sobre o trabalho analítico com grupos buscando a ampliação do conhecimento teórico-clínico sobre o trabalho analítico com grupos.
André Green: rigor teórico e sensibilidade clínica
Coordenação: Claudia Amorim Garcia
Horário: 20:30/22:00 (on-line)
Reinício: 12/03/2026 (mensal)
Duração: Indeterminada
Vagas: Sem vagas
Disciplina aberta a: Membros Efetivos, Membros Associados e Participantes (contato prévio com coordenadora)
Sinopse: A produção psicanalítica na atualidade vem sendo formatada pela articulação entre diferentes dialetos na montagem de um cenário que integra abordagens intrapsíquicas e intersubjetivas. André Green bem representa esta nova configuração do campo analítico com sua extensa, complexa e diversificada obra enraizada na tradição francesa, mas permeada por contribuições de autores anglo saxões, e dedicada à elaboração de um pensamento teórico-clínico centrado nos impasses e desafios colocados pela clínica psicanalítica atual. Costurando uma leitura crítica e criativa de Freud e dos pós freudianos com contribuições próprias, e tomando a intersecção pulsão/objeto como postulado central, Green debruça-se, então, a partir do final dos anos 60, sobre questões suscitadas pelo que convencionou chamar de estados limítrofes de analisabilidade- que mais tarde passa a chamar de estruturas não neuróticas – dedicando-se à construção do que denomina de Modelo Clinico Contemporâneo. Neste seminário sobre o pensamento de A. Green vamos trabalhar a conjunção entre conceitos metapsicológicos, conceitos teórico-clínicos e questões referentes ao método analítico visando possibilitar uma leitura introdutória e discussão compartilhada de temas centrais apresentados pelo autor ao longo de três etapas em que, a grosso modo, podemos dividir o legado greeniano.
Grupo de Estudos: Psicanálise e Racismo
Coordenação: Pedro Renan
Horário: 09:00/10:30 (on-line)
Reinício: 06/03/2026 (mensal)
Duração: 1 ano
Vagas: Em aberto
Disciplina aberta a: Membros Efetivos, Membros Associados e Participantes
Sinopse: Estudar a formação e a manutenção do racismo pensando-os em sua incidência teórico-clínica na psicanálise, que historicamente trabalha com a definição de sujeito universal branco. A trajetória será atravessada por reflexões e inflexões acerca da branquitude e da negritude em análise, buscando pensar em suas implicações dentro do encontro analítico.
Metapsicologia I
Coordenação: Luciano Dias
Horário: 09:00/10:30 (presencial)
Início: 07/08/2026 (semanal)
Duração: 2° semestre
Disciplina aberta a: Alunos (2026)
Sinopse: O curso acompanha os marcos inaugurais da metapsicologia freudiana. Neste percurso tensionaremos a relação de Freud com os discursos biomédico e neurológico, como condição para evidenciarmos a constituição da particularidade epistêmica da psicanálise. Para tanto, lançaremos ênfase na construção subversiva da categoria de inconsciente e de suas manifestações, bem como na centralidade, reivindicada por Freud, ao arcabouço teórico dos sonhos. Mapearemos, assim, as principais coordenadas que caracterizam a História do Movimento Psicanalítico, destacando os impasses que a psicanálise viveu e os argumentos freudianos para contorná-los.
Oficina Clínica
Coordenação: Paulo Sérgio Lima Silva
Horário: 09:30/11:00 (presencial)
Reinício: 06/03/2026 (semanal)
Duração: Indeterminada
Vagas: Sem vagas
Disciplina aberta a: Membros Efetivos e Membros Associados
Sinopse: Apresentação e discussão de casos.
Oficina Clínica
Coordenação: Maria Regina Maciel e Patricia Saceanu
Horário: 10:00/11:30 (on-line)
Reinício: 06/03/2026 (semanal)
Duração: Indeterminada
Vagas: Sem vagas
Disciplina aberta a: Membros Efetivos e Membros Associados
Sinopse: Discussão de casos clínicos dos participantes da oficina de modo horizontal e circular. A cada semana um dos participantes traz um caso, que é comentado pelo grupo com discussões de encaminhamentos clínicos e indicações teóricas pertinentes à condução do trabalho clínico.
Figuras do Trauma
Coordenação: Jurandir Freire Costa
Horário: 10:30/12:00 (on-line)
Reinício: 13/03/2026 (quinzenal, segundas e quartas sextas-feiras do mês)
Duração: Indeterminada
Vagas: 50
Disciplina aberta a: Membros Efetivos, Membros Associados, Participantes e Alunos
Sinopse: No seminário será tratada a relação entre trauma, distúrbios da percepção da realidade e constituição do sentimento e da representação do significado de “representação verdadeira” tanto na teoria quanto na clínica.
Histeria
Coordenação: Juliana Jabor
Horário: 10:40/12:10 (presencial)
Início: 07/08/2026 (semanal)
Duração: 2° semestre
Disciplina aberta a: Alunos (2026)
Sinopse: A histeria ocupa um lugar fundador na história da psicanálise. Foi a partir do esforço para compreender os sintomas histéricos e sua etiologia que Freud, em diálogo com Breuer, formulou progressivamente noções centrais como o inconsciente, a fantasia, a defesa (recalcamento), a sexualidade infantil e o conflito psíquico. Este curso propõe uma leitura comentada da clínica da histeria e da teoria que a sustenta, evidenciando como, a partir dessa clínica, se constituem os primeiros modelos explicativos do funcionamento psíquico. Serão abordados o corpo e o sintoma, o papel da fantasia e da defesa, bem como os desdobramentos dessa elaboração ao longo da obra de Freud, discutindo a atualidade da histeria para a escuta psicanalítica.
Oficina Clínica
Coordenação: Paulo Sérgio Lima Silva
Horário: 11:00/12:30 (presencial)
Reinício: 06/03/2026 (semanal)
Duração: Indeterminada
Vagas: Sem vagas
Disciplina aberta a: Membros Efetivos e Membros Associados
Sinopse: Apresentação e discussão de casos.
Introdução aos principais fundamentos teóricos de Melanie Klein: primórdios da vida psíquica
Coordenação: Rebeca Nonato Machado
Horário: 12:00/13:30 (presencial)
Início: 06/03/2026 (semanal)
Duração: 1° semestre
Vagas: 25
Disciplina aberta a: Membros Associados
Sinopse: O objetivo do curso é realizar introdução a alguns dos principais conceitos do pensamento de Melanie Klein, desenvolvidos no primeiro e segundo volume das Obras Completas. Serão apresentadas ideias fundamentais da Teoria das Relações Objetais que influenciaram trabalhos teóricos e clínicos contemporâneos. A proposta é desenvolver a compreensão do funcionamento mental, descrevendo os primórdios das experiências emocionais que ocorrem em uma dinâmica psíquica relacional, desde o início da vida.
Seminário de Curta Duração: Os dois princípios do funcionamento mental e seus “aléns”: questões metapsicológicas e clínicas
Coordenação: Luís Claudio Figueiredo
Horário: 13:00/14:30 (on-line)
Início: 20/03/2026 (mensal)
Duração: 4 encontros (20/03, 24/04, 29/05 e 26/06)
Vagas: Em aberto
Disciplina aberta a: Todas as categorias incluindo o público externo
Sinopse: Retomando o texto “Os dois Princípios de Funcionamento Mental” de Freud e suas repercussões no pensamento psicanalítico freudiano, ferencziano e pós freudiano, iremos enveredar pelos seus ‘aléns’: o além do princípio de prazer e o ‘além do princípio de realidade’, um conceito novo que estará sendo proposto a partir da clínica psicanalítica. O objetivo dos quatro encontros será o de articular a conceituação metapsicológica com a prática clínica, indo da metapsicologia à clínica e da clínica à metapsicologia. Um foco especial será dado ao que pode ser pensado como um ‘além do princípio de realidade’ tomando como base ideias das práticas clínicas de Wilfred Bion e de Donald Winnicott.
Seminário de Curta Duração: O grande ataque histérico
Coordenação: Adriana Frant
Horário: 14:30/16:00 (Híbrida simultânea)
Início: 06/03/2026 (semanal)
Duração: 7 encontros (06, 13, 20, 27/03 e 10, 17, 24/04)
Vagas: 40
Disciplina aberta a: Todas as categorias incluindo o público externo
Sinopse: “A beleza será convulsiva ou não será”. A máxima surrealista condensa o impacto que a invenção moderna da histeria exerceu sobre a cultura ocidental e evidencia o quanto medicina e arte estão mais imbricadas do que supõe o racionalismo clássico. Nesse curso, interessa-nos compreender a histeria não como objeto médico dado, mas como um fenômeno situado, uma invenção que borra as fronteiras entre natureza e cultura. Nesse sentido, a histeria aparece menos como uma entidade clínica e mais como um campo de forças onde se entrelaçam práticas de inscrição e criação do corpo, ficções epistemológicas e relações de poder. Nosso objetivo será abordar a histeria a partir de três eixos: a história da arte, a genealogia da medicina e teorias feministas. Faremos isso orientando-nos pelas seguintes e linhas de interesse: mapear os pontos de contato e as dissonâncias entre Mesmer, Charcot e Freud para interrogar o estatuto da medicina como um saber universal, dando ênfase a seu caráter localizado; explorar as consequências dessa tensão para a psicanálise; investigar de que modo as teorias feministas permitem pensar a histeria para além do saber médico e psicanalítico. Ao invés de perguntar “o que a medicina e a psicanálise nos ensinam sobre a histeria?”, vamos inverter a equação e indagar: o que a histeria pode nos ensinar sobre a medicina e a psicanálise?
Seminário Teórico-Clínico de Psicanálise com Crianças e Adolescentes e a Neurose Infantil no Adulto
Coordenação: Alba Senna
Horário: 14:30/16:00 (on-line e presencial)
Início: 27/02/2026 (2ª e 4ª sextas-feiras do mês)
Duração: Indeterminada
Disciplina aberta a: Membros Efetivos e Membros Associados
Requisito: Análise pessoal e entrevista com a coordenadora
Sinopse: O seminário tem como objetivo estudar a teoria e a clínica da psicanálise com crianças e adolescentes e a neurose infantil no adulto. Propõe refletir sobre a questão do sujeito – a castração – que impõe aos “caminhos” do saber, seus sintomas, inibições e angústias.
Grupo de Estudos do Livro Fadas no Divã – Psicanálise nas Histórias infantis de Diana Lichtenstein Corso e Mário Corso
Coordenação: Alba Senna
Horário: 14:30/16:00 (on-line e presencial)
Início: 20/02/2026 (3ª sexta-feira do mês)
Duração: Indeterminada
Disciplina aberta a: Membros Efetivos, Membros Associados e Participantes
Requisito: Entrar em contato com a coordenadora.
Sinopse: Freud em “A ocorrência, em sonhos, de material oriundo de contos de fadas (1913)”, reconhece o lugar importante do conto de fadas na vida mental das pessoas ocupando muitas vezes o lugar das lembranças de sua própria infância, transformando estes contos em lembranças. O livro de Diana Lichtenstein Corso e Mário Corso, seguindo Freud, nos mostra como os contos de fadas, tão ricos em simbolismos, podem ser aproveitados no tratamento psicanalítico, pois são uma via privilegiada de acesso às fantasias inconscientes.
Grupo de Pesquisa: Conversando com Amigos da Psicanálise
Coordenação: Maria Theresa da Costa Barros
Horário: 17:30/19:00 (on-line)
Reinício: 06/03/2026 (mensal, sempre na primeira sexta-feira do mês, exceto em feriados)
Duração: Indeterminada
Vagas: Em aberto
Disciplina aberta a: Membros Efetivos, Membros Associados e Participantes
Sinopse: Visa desenvolver o conhecimento voltado para a ampliação do diálogo e debate sobre autores contemporâneos, através do pensamento e da obra de psicanalistas em destaque no cenário da Psicanálise Brasileira. Esse Grupo surgiu a partir da necessidade de ampliar os subsídios para edição da Revista – Conversando com Amigos da Psicanálise: Homenagem a um Psicanalista de Destaque no Cenário da Psicanálise Brasileira – editada pelo Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro, sendo a editora responsável, Maria Theresa da Costa Barros. O primeiro número da Revista Conversando com Amigos da Psicanálise foi em homenagem ao psicanalista Hélio Pellegrino (agosto/2024), o segundo número em homenagem à psicanalista Neusa Santos Souza. (agosto/2025). Em 2026, publicaremos o terceiro número da Conversando com Amigos da Psicanálise em homenagem ao psicanalista Contardo Calligaris (agosto/2026).
